@ Minimalismo Analógico é um experimento musical que surgiu a partir de experiências de recortes e bricolagens sonoras e visuais de zines, filmes, livros, poesias e outras sensações. O projeto musical e artístico tem como idéia-gatilho resgatar a produção independente, autônoma e despretensiosa que se fez urgente durante a pandemia, considerando os recursos mínimos disponíveis. A idéia de explorar tendências minimalistas, analógicas, de estética noir e de #DemoTape anos 80, como que numa espécie de experimentalismo poético, de manifestos, de desvios (détounament), daquilo que escapa é o que tem caracterizado o processo artístico.

Minimalismo3 Projeto musical resgata produção independente

“Algo que pode estar dentro, mas que também pode estar fora, porque pode alterar a linha, e mudar de forma, operar através de outras lógicas e de sensações, como uma espécie de “Dobra”…. Um movimento de onda, de sinal contínuo que trafega através de grandes faixas de freqüência, com possíveis oscilações de qualidade…”

O processo teve início na pandemia e o primeiro lançamento ocorreu em novembro/dezembro/2020 com a canção “Cancelamento” e “Vida e Morte nas Grandes Cidades”, e que em seguida se estruturou em EP’s, “Dias Flutuantes Sessions”,

lançado em janeiro/2021, já tendo novo lançamento previsto para julho (Fragmentos Poéticos – Dias Flutuantes Sessions Parte #02)
“É possível identificar influências surrealistas e situacionistas, sobre os usos e o habitar, ocupar, transitar, existir, viver e morrer nas cidades. A poesia decadente que a cidade exala, o solo fértil que mesma produz e comporta , as experiências dinâmicas e cotidianas.  Os erros de percurso, a inércia do pensamento e o esvaziamento de sentido”
As guitarras, baixos, baterias e vozes tem sido gravados pelo Alberto Tie Dye, assim como a composição das poesias. A gravação das canções tem ocorrido no KKO StudioO som tem corrido o mundo e esta sendo recebido com muitas críticas positivas…
É só procurar nas plataformas de streaming e nas redes sociais que você vai achar e conferir. Sonzão!