Evento beneficente levou mais de 500 remadores e nadadores para a Praia de Icaraí

foto divulgacao Edmilson Paes Outubro Rosa: Remada solidária é destaque nas ações de conscientização

O Mover – Movimento Viver em parceria com o Incab – Instituto Carlos Augusto Bitencourt – reuniu mais de 500 remadores e nadadores no mar da Praia de Icaraí em frente ao Clube Central, para participar do mais importante movimento beneficente de conscientização da prevenção do câncer de mama que marca as comemorações do outubro rosa em Niterói: a Remada Rosa Solidária.

Evento beneficente de conscientização que tem como lema: “Se Toque, Vista essa causa!”, a Remada Rosa Solidária teve como palco a baía de Guanabara e como cenário os principais monumentos de Niterói como o MAC, a Pedra de Itapuca e o mosteiro da Boa Viagem. Além dos praticantes individuais e clubes de canoa havaiana, marcaram presença atletas de outras modalidades como stand up, surfski, caiaques, muitos outros que amam fazer o bem. 

Esse ano – em função das restrições impostas pelas normas de segurança do Covid 19 – todo o evento foi realizado no mar, não sendo possível realizar ações sociais na areia. Os remadores e nadadores percorreram as Praia das flexas e Boa Viagem onde  fizeram uma grande Roda de Canoa e juntos participaram de uma emocionante oração. 

foto divulgacao Edmilson Paes 2 Outubro Rosa: Remada solidária é destaque nas ações de conscientização

Estiveram presentes os principais clubes de canoa de Niterói: Tribo Hoe, Arariboia, Niterói Hoe, Praia Va’a, Icarahy, Tupinambás, Clube da Canoa, Ama’u Va’a, Brava’a, Kahu, Kanaloa Rio, Hoponopono, Mauna Loa, Moai, Hei-Hei, Maricá Va’a e atletas individuais de Canoas V1, Oc1 e Oc2, atletas de Stand Up e a Equipe Super Man e o clube de natação Amigos do Mar Boa Viagem e o Instituto Remo Delta. . 

O evento contou com o patrocínio de  Claudia Vidal Beleza e Saúde, L’AQUA – Agua Mineral, Gabi Sports – Designer de Joias e Laboratório Poplab. Para conhcer mais sobre o projeto, basta seguir nas redes sociais: @movermovimentoviver .

Mamografia e ultrassonografia de mamas: para que serve estes exames?

Toda mulher deve passar por exames ginecológicos de rotina. O cuidado preventivo com a saúde deve ocorrer pelo menos uma vez ao ano: exame Papanicolau, ultrassom pélvica e ultra transvaginal são alguns dos procedimentos necessários. 

A avaliação dos seios também é fundamental. Seja com o autoexame ou com o toque na consulta periódica, na qual a paciente pode sair com o pedido de uma ultrassonografia das mamas e pensar que vai fazer uma mamografia.  Na verdade, estes são exames diferentes, um não substitui o outro e ainda têm finalidades que se complementam.  

Na ultrassom das mamas, o aparelho emite ondas sonoras de alta frequência para obter imagens da estrutura interna do local. O exame permite detectar alterações como nódulos, cistos, secreções nos mamilos, espessamento do tecido mamário.  

Geralmente é solicitado por ginecologista ou mastologista depois de sentir algum caroço durante a palpação da mama. Também é uma opção se o exame de mamografia for inconclusivo nas pacientes que possuem seios grandes e histórico familiar de câncer de mama.  

Esta ultra pode também ser indicada para mulheres a partir dos 25 anos que nunca tiveram nenhum problema mamário. Outras indicações são para pacientes que reclamam de dor, passaram por traumatismos ou processos inflamatórios, para verificar o estado de próteses e avaliar o resultado de tratamentos quimioterápicos. 

A mamografia é um dos exames mais conhecidos na rotina de saúde preventiva das mulheres. O exame detecta nódulos antes mesmo de serem palpáveis, por isso, é a principal forma de diagnóstico precoce de câncer e de acompanhamento dos casos em tratamento. No dia do exame, é recomendado que a paciente lave bem as axilas e não use desodorante nem talco para não interferir no resultado. 

O procedimento é simples. O seio é colocado entre as duas placas do mamógrafo, que emite raios X para produzir as imagens. A mama é comprimida e, assim, fornece imagens de altíssima qualidade, mas a paciente pode ter um pouco de desconforto. A recomendação do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é de que as mulheres entre 50 e 69 anos realizem uma mamografia a cada dois anos.  

Antes disso, os médicos recomendam que a primeira mamografia seja feita entre os 35 e 40 anos. Até os 50 anos, o médico é quem determina a frequência para o exame. Algumas instituições de saúde recomendam que as pacientes façam o exame anualmente dos 40 aos 74 anos. 

A ultrassonografia é um complemento para a avaliação da saúde das mamas. Afinal, não é a melhor opção para investigar microcistos ou qualquer lesão com menos de 5 mm e nem para identificar alguma alteração em mulheres com mais idade. Para estas especificidades, a mamografia é o procedimento mais indicado.  

Seja a ultrassonografia ou a mamografia, o importante é que a mulher não deixe de cuidar da saúde. É fundamental fazer a consulta de rotina com ginecologista e realizar todos os exames preventivos solicitados, ainda mais se houver histórico de casos na família. O diagnóstico precoce faz diferença e pode aumentar as chances de cura se houver a necessidade de tratamento.