Rodoviários, 
Bancários,  Entidades Culturais e
Metalúrgicos Unidos na Câmara de Niterói
JOAO2BGUSTAVO2BEM2BBRASILIA2BCOM2BO2BSECRETARIO2BDE2BRELA25C3258725C32595ES2BDO2BTRABALHO2BCARLOS2BLACERDA2B 2Bfoto2Bdivulga25C325A725C325A3o Contra mudanças da Previdência Social
Vereador João Gustavo em Brasília,
com o secretário de relações do trabalho, Carlos Lacerda
(foto divulgação)
Na quinta feira, dia 23 de março, às 14h, a Câmara Municipal de Niterói
terá uma audiência pública contra as medidas determinadas pelo governo sobre a
Previdência Social, objetivando discutir as mudanças anunciadas e que atingirão
todas as categorias.
Sindicalistas, através de suas lideranças, vão elaborar um documento que
será encaminhado ao ministério do Trabalho, posicionando-se contrários às
mudanças radicais na área da Previdência Social e no regime de aposentadoria,
assim como as outras conquistas dos trabalhadores.
Presidente2Bdo2BSintronac2B 2BRubens2Bdo2BSantos2BOliveira2BFoto2BSergio2BGomes Contra mudanças da Previdência Social
Presidente do Sintronac, Rubens dos Santos Oliveira
À frente do movimento, os presidentes do sindicato dos rodoviários,
Rubens dos Santos Oliveira e do SENALBA-RJ – Sindicato das entidades culturais
– e inúmeras categorias, vão encaminhar o documento, exigindo “que direitos dos
trabalhadores sejam mantidos”, conforme já revelaram em audiência em Brasília,
esperando que suas reivindicações tenham apoio dos governantes. A audiência
pública foi pedida pelo vereador João Gustavo, 
de Niterói, que classifica o assunto de “supra partidário, portanto isso
tem a união de todas e aguarda um grande quórum”.
freire Contra mudanças da Previdência Social
Alcides Freire do Senalba-RJ
Para o presidente do SENALBA-RJ, Alcides Freire, que congrega além do
pessoal da cultura, também o sistema ‘S’, “a luta é pelo bem do Brasil.
Abandonado pelos governantes, com os que trabalham pelo RAIS sendo massacrados,
vou estar lá para exigir respeito e dignidade”, afirma Freire.
Também o presidente dos rodoviários diz que “Niterói, um município de
vanguarda parte da luta pelos direitos de todas as categorias,  esperando que seja levado a Brasília, o grito
de alerta de quem luta pelo Brasil”.
Autoridades do ministério da Previdência e do Trabalho estão convidados
para o ato público, segundo informou o vereador João Gustavo. A população é
convidada a participar da audiência pública.
Táxis
            Mais
de 600 pessoas, sendo a maioria motoristas de taxis, lotaram todas as
dependências do Plenário Brígido Tinoco da Câmara de Niterói, na segunda, dia
13, para debate em torno dos aplicativos individuais de passageiros. Os
taxistas alegam que os aplicativos, sendo o mais popular deles o Uber, crescem
a cada dia e fazem concorrência ilegal com a categoria. Presidida pelo vereador
Betinho (SDD) a audiência teve como objetivo ouvir todos os atores envolvidos e
trabalhar na busca de uma solução que atenda a todos.
           
“Para trabalhar, os taxistas precisam de carteira de habilitação especial,
seguro para transportar passageiros, têm que fazer um curso preparatório, não
podem ter antecedentes criminais e pagam pela licença do carro. Para os
motoristas do aplicativo, não há tanta exigência”, diz o vereador Betinho.
           
Marcaram presença o presidente do Sindicato dos Rodoviários de Niterói, Rubens
dos Santos Oliveira; Alexandre Martinez, representando os taxistas de São
Paulo; diversas lideranças sindicais e classistas ligadas aos taxistas e o
procurador do município, Vinícius Alvarez. Além de Betinho, compareceram os
vereadores Beto da Pipa (PMDB), Bira Marques (PT), Carlos Jordy (PSC), Gabriel
de Oliveira Rodrigues (PTB), João Gustavo (PHS), Leandro Portugal (PV),
Leonardo Giordano (PCdoB), Milton Cal (PP), Paulo Eduardo Gomes (PSOL), Paulo
Henrique Oliveira PPS), Paulo Velasco (PTdoB), Renato Cariello (PTB), Ricardo
Evangelista (PRB) e Talíria Petrone (PSOL).  
           
Antes dessa audiência reuniões e encontros já foram realizados com vereadores e
com representantes da Prefeitura. O aplicativo Uber está presente em 59 países
e em mais de 250 cidades. A Cidade do México foi a primeira da América Latina a
regulamentar o serviço. 

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