crianC3A7as2Bbuscam2BdiversC3A3o2Bem2Bcolonia2Bde2Bferias2Bem2Bclubes2C2Bcomo2Bo2BNaval2B 2Bfoto2BdivulgaC3A7C3A3o Impostos, férias e folia
Colônias de férias propõem diversas atividades
(foto divulgação)
Desde o início do mês de dezembro, os clubes de Niterói
estão com suas dependências transformadas em colônias de férias, devendo assim
permanecer até o dia 30 de janeiro.
Recreadores, cuidadores especiais e promoções artísticas fazem
a ocupação das crianças de todas as faixas etárias, agindo a maioria em horário
integral, geralmente de 9h às 17h.
Os clubes – com destaque para o Naval de Niterói – contratam
funcionários extras, exigindo-se recomendações especiais para ocupação dos
cargos, mas os principais responsáveis são profissionais reconhecidamente
garantidos para o trabalho. Esta atividade que é crescente na prestação de
serviços pelos clubes está alinhada com o período de férias escolares.
Folia
Quase simultaneamente também a partir de dezembro, e com
incremento nos meses de janeiro e fevereiro, o reinado da folia já domina as
ruas, quadras das escolas e blocos, além da avenida da Marquês de Sapucaí e
Amaral Peixoto respectivamente no Rio de Janeiro e Niterói, com expectativa de
um carnaval muito forte no ano de 2015.
No Rio de Janeiro, o clima ganhou um componente especial,
pois a cidade completa 450 anos de fundação, tornando o carioca – que já é
festeiro – muito mais atento aos eventos, não só nas agremiações de samba, mas também
nos bares, boates, clubes e casas de espetáculos. “Vamos fazer um grande
carnaval, os ensaios técnicos já deixam antever o sucesso” diz Jorge
Castanheira, presidente da Liesa – Liga Independente das Escolas de Samba
Impostos, etc
contas2B 2Bfoto2BLuana2BDias Impostos, férias e folia
Janeiro: hora de colocar as contas na ponta do lápis
(foto Luana Dias)
Mas nem tudo é festa, pois janeiro, fevereiro e março são
meses que deixam sempre um rastro de desarranjo das finanças, com a necessidade
dos pagamentos de impostos, matrículas de colégios, universidades, compras de
material escolar, além de reajustes que invariavelmente acontecem nestes três
meses, observa a dona de casa Cristina Ferreira Mendes, flagrada pelo CASA DA
GENTE numa agência bancária cumprindo a rotina de pagamentos, fazendo questão
de frisar “vou ficar devendo muito, pois o dinheiro não deu”.

     

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